CARTA A DIOGNETO EM PDF

No parece, sin embargo, que haya dependencia directa. Por eso N. Bonwetsch y R. Por desgracia, no queda ni un solo manuscrito de la carta. Todas las ediciones se basan en este manuscrito. Luego el autor c.

Author:Kajirr Arashicage
Country:Jordan
Language:English (Spanish)
Genre:Literature
Published (Last):17 May 2005
Pages:448
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ISBN:792-1-40190-538-6
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A epstola de Barnab; 7. Esta carta contm simples passagens do AT e muita coisa do estoicismo, to popular em Roma naqueles dias. A Didaqu Didaqu gr. Doutrina ou Doutrina dos doze apstolos, descoberta em Istambul No se sabe ao certo sua composio se antes ou depois de 70 d. Um das passagens mais famosa neste escrito sobre o batismo em guas por asperso, quando no houver gua corrente. Incio de Antioquia Escreveu 7 epistolas enquanto viaja a Roma onde seria martirizado.

Havia uma preocupao que assolava a mente de Incio: ameaas internas e externas sob a igreja que agora estava sem liderana em Antioquia. Defendeu a Cristologia em suas cartas. Pela primeira vez chama a igreja de catlica. Foi discpulo de Joo. Foi bispo de Esmirna.

Martirizado em d. A carta que fala sobre seu martrio a mais antiga dos mrtires e nela est escrito, pela primeira vez, a expresso pai dos cristos. Discipulo de Joo e bispo de Hierpolis. Escreveu Exposio dos ditos do Senhor. Trata do milnio aps a volta de Cristo.

A epstola de Barnab Foi escrita, provavelmente, em d. Clemente de Alexandria e Origenes julgavam ser do apostolo do mesmo nome, Eusbio e Jeronimo a consideravam aprocrifa. Na primeira parte dogmtica, fala do valor e significado do AT, a segunda parte moral, descreve os dois caminhos ou as duas vidas luz e trevas. O Pastor de Hermas a obra mais extensa. Preocupava-se com a falta de zelo dos crentes e os pecados que ocorriam ps-batismo.

As cincos vises so uma exortao penitncia e constncia em face perseguio. Os mandamentos so um resumo dos deveres de um cristo. Sntese da Carta a Diogneto. A carta inicia-se com a alegria do escritor ante o desejo de Diogneto de conhecer sobre os cristos e a divindade a quem eles cultuam: um culto diferente dos gregos e da religio judaica.

Logo aps, o escritor disserta sobre a substncias dos deuses adorados por eles: ferro, ouro, prata, barro substncias comuns e preciosas que so, ao longo do tempo, destrutveis, e que exigem certo cuidado dos adoradores no manuseio e guarda dessas imagens de acordo com o material feito.

Alm do contedo que feito os deuses, o autor informa a insignificncia dos materiais, logo, os deuses tambm seriam insignificantes, cegos, inanimados. Devido ser apenas uma obra humana, os cristos no os adoram. No captulo terceiro, paradoxalmente ao culto pago, refutado o culto judaico: mesmo os judeus sendo monotestas, o escritor os compara aos pagos no ato do sacrifcio. Ele acredita que Deus no precisa de sacrifcios, e o homem torna-se tolo se assim o fizer, seja ao Deus verdadeiro, seja aos deuses pagos.

Os cristos tambm rejeitam o ritualismo judaico, tais como a guarda do sbado, a circunciso, jejum como obrigao, tendo em vista que assim como Deus no aceita sacrifcios de animais tampouco aceita sacrifcios que os homens fazem em si mesmo, por exemplo mutilao.

Na prxima sesso, o escritor inicia falando da vida crist: o quanto os cristos so seres humanos e, mesmo assim, so diferentes.

Mesmo exercendo sua cidadania terrena, enaltece e preserva a cidadania celestial. Vive o lado humano, sem tirar o pensamento dos cus, com isso ele compara o cristo no mundo como a alma no corpo, e seu ponto alta nessa comparao quando diz que assim como a alma sustenta o corpo que a contm, o cristo esto presos no mundo, mais so eles que sustentam o mundo.

A base do comportamento cristo, est no envio do seu Salvador terra: o prprio Deus Criador dos cus e da terra, veio a este mundo mostra a verdade e os salvar da perdio. Sua misso seria conciliar o homem com Deus atravs do amor, sem contudo deixar de expressar o julgamento que todo homem passar. Esta verdade, incrustada nos cristos, os fizeram perseverar na f, at o ponto de no negarem o Senhor mesmo diante do martrio.

Conclui sua carta enaltecendo a natureza divina e seu favor pelos homens, mostrando que todo o homem tem no amor divino, uma nova vida, uma vida imitando Deus.

Na primeira parte, Clemente lembra Igreja suas qualidades eclesisticas passadas, culminando em sua santidade como povo de Deus. Paradoxalmente, explica sobre as consequncias da discrdias que eles to bem conheciam.

Na segunda parte, est presente diversas consideraes para restabelecer a paz e a unio entre os irmos: obedincia, f, piedade, hospitalidade e humildade so os assuntos abordados, nos quais deveriam se espelhar em Cristo.

No entanto, nesta mesma parte a inveja combatida, o escritos os ensina a como ban-la do meio deles. A submisso hierarquia da Igreja assunto da terceira parte, tendo a metfora do corpo de Cristo uma evidncia que mostrava que cada um inferior a outra pessoa e que, nesta submisso, persiste a unidade. Os presbteros so descritos como homens, cujo respeito devem obter da comunidade dos cristos em Corinto, e que os mesmos so ensinadores da doutrina bblica.

A concluso estabelecida atravs dos ltimos conselhos de Clemente, e seu desejo de ver a Igreja em Corinto, uma igreja piedosa, pacifica e cheia de paz. As acusaes eram de cunhos populares: rumores concernentes aos costumes e cultos cristos e sofisticadas: demonstrar a incompetncia e ignorncia dos mestres cristos. Sua apologia a mais antiga encontrada. Suplica em favor dos cristos. Endereou para Imperador Adriano, por volta de d. Fala das raas que adoram deuses falsos em contraposio aos cristos que adoram o Deus verdadeiro.

Fala ainda do julgamento do porvir e que crianas no tm pecado. Justino Martir Aps passar por diversas escolas filosficas, tornou-se cristo. Abriu uma escola em Roma para ensinar doutrina crist. Restam duas apologias contra os gentios e um dialogo com o judeu Tristo. Foi martirizado em d. Tarciano Discipulo de Justino. Seus escritos falam da religo barbara dos cristos que estavam acima da religio dos gregos, tendo em vista que, o Antigo Testamento antes dos heris gregos.

Fundiu os quatro evangelhos num s texto Diatessaron e escreveu Discursos aos Helenos. Atenagras Foi contemporneo de Tarciano. Na Petio em favor dos Cristos refuta as trs principais acusaes dos cristos: atesmo, banquetes antropofgicos e incesto.

Em seu Tratado sobre a Ressurreio dos Mortos, tenta mostrar que a ressurreio do corpo possvel. Escreveu Trs livros a Autlico, por volta de Tenta persuadir Autlico que o Cristianismo a verdade.

Utlizou argumento da antiguidade Moiss que viveu em perodo anterior a Guerra de Troia e da superioridade da moral crist. Primeiro autor a defender a inspirao do NT.

Escreveu Zombaria dos Filosofos Pagos. O nico valor positivo dos seus escritos o testemunho do senso de humor de um antigo cristo. Epstola a Diogneto Autor desconhecido. Refuta a religio pag e os costumes judaicos. Melito de Sardes Afirma que Cristo por natureza Deus e homem. Irineu de Lio Discipulo de Policarpo. Apresenta o batismo de crianas em seus textos.

Resumi e consolida a Cristologia de seus predecessores. Apresentava uma viso dualista, o que implica a concepo de dois deuses: um ruim e outro bom. O homem estava encarcerado em seu prprio corpo. A salvao passava pela libertao do mundo fsico. As diversas correntes gnsticas possuam pontos comuns com o cristianismo apostlico aceitavam a ideia de salvao, de uma divindade suprema e de seres espirituais em atividade no universo. Marcionismo Movimento formado por Marcio.

Formou o primeiro cnon cristo, composto de dez epstolas paulinas e o Evangelho de Lucas, eliminando as passagens do AT. Ao ser rejeitado pelos cristos antigos, fundou sua prpria igreja. Marcio compilou o primeiro cnon cristo, composto de dez epstolas paulinas e do evangelho de Lucas. Eliminou desses textos as passagens relacionadas ao Antigo Testamento.

Ao ser rejeitado pelos cristos antigos formou sua prpria igreja. Simbolos da Igreja - Respostas s heresias: cnon, credo, sucesso apostlica. A busca de soluo aos conflitos doutrinrios internos da igreja provocou o desenvolvimento dos smbolos cristos. No segundo sculo foi necessrio confrontar o gnosticismo cristo. Os lderes gnsticos principais foram Basilides, Valeriano e Marcio. A resposta da igreja aos diversos movimentos gnsticos fois estabelecer os smbolos da f cnon, credo e sucesso apostlica- possibilitando determinar o que era ortodoxo ou heterodoxo.

Segunda Parte capitulo 7 a prescries sobre batismo, jejum e orao. Terceira Parte captulo 11 a como tratar e reconhecer os profetas. Quarta Parte capitulo Exortao a vigilncia. Deve ser ordenado bispo aquele que tenha sido eleito incontestavelmente por todo o povo.

Escolhidos aqueles que recebero o batismo, examinar-se- suas vidas. Se estes ensinamentos forem recebidos com gratido e f ortodoxa, permitiro a edificao da Igreja e a vida eterna queles que crerem. Nomes principais: o Policarpo H 86 anos sirvo a Cristo, Cristo nunca me fez mal. Como blasfemaria contra meu Rei e Senhor?. Fundada por Panteno, cerca de Foi sucedido por Clemente de Alexandria que buscava harmonizar a f com o conhecimento, fonte do perfeito cristo e do verdadeiro gnstico.

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